A Ambientale está capacitada para realizar estudos de dispersão atmosférica através de simulações numéricas, utilizando os modelos de dispersão que melhor se adaptam as diferentes condições de estudo.
Modelos são aplicados tanto para dispersão de poluentes passivos quanto para formação e dispersão de poluentes fotoquímicos (ozônio troposférico). Todos os modelos de dispersão utilizados pela Ambientale são aprovados pela U.S. EPA (U.S. Environmental Protection Agency): AERMOD (AERMIC Model), CALPUFF (Californian Puff Model) e CAMx (Comprehensive Air-Quality Model).
Modelos meteorológicos também são aplicados para compor sistemas de modelos de dispersão de poluentes. Dentre os modelos, destacam-se: WRF (Weather Research and Forecasting), AERMET (AERMOD Meteorological Preprocessor), CALMET (Californian Meteorological Model) e MMIF (Mesoscale Model Interface Program). Além disso, é possível operacionalizar sistemas de modelos para o prognóstico da dispersão e da concentração de poluentes para ser uma ferramenta de gerenciamento de emissões e gestão da qualidade do ar.
Os modelos de dispersão de poluentes são alimentados por dados meteorológicos observados de superfície e de altitude (dados primários) ou, na impossibilidade de utilizar dados observados, são alimentados por dados meteorológicos simulados por modelo meteorológicos. A modelagem da dispersão de poluentes simula qualquer tipo de fonte de emissão: pontual (chaminé), área, linha ou volume.
A Ambientale também prepara e fornece dados meteorológicos para serem utilizados como parâmetros de entrada em modelos de dispersão atmosférica. Arquivos com dados meteorológicos nos formatos são gerados para alimentar os modelos de dispersão AERMOD e CALPUFF. Os arquivos podem ser preparados tanto com dados meteorológicos observados (dados primários) quanto com dados meteorológicos simulados pelo modelo WRF.
A avaliação do significado das concentrações dos poluentes, calculadas pelos modelos de dispersão, são comparadas com padrões de qualidade do ar estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) através da Resolução No 491 de 19 de novembro de 2018. A CONAMA 491/2018 define o padrão de qualidade do ar como um dos instrumentos de gestão da qualidade do ar, determinado como valor de concentração de um poluente específico na atmosfera, associado a um intervalo de tempo de exposição, para que o meio ambiente e a saúde da população sejam preservados em relação aos riscos de danos causados pela poluição atmosférica. Os padrões de qualidade do ar são classificados como: padrões de qualidade do ar intermediários (PI), estabelecidos como valores temporários a serem cumpridos em etapas, e padrão de qualidade do ar final (PF), definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2005.
O serviço é realizado por profissionais com formação nas áreas de meteorologia e ciências da atmosfera, com grande experiência em modelagem computacional e com registros nos conselhos regionais específicos.